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Motivando
o Brain Workout |
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Você ainda não se cansou dos seminários típicos que existem por aí?
Ainda suporta ouvir falar de
Como obter sucesso e prosperidade,
Como ser feliz e
motivado,
"O mapa não é o
território",
Como andar em
brasas com "o poder da mente",
O
"cinestésico", o "auditivo" e o "visual"?
Consegue ouvir alguém lhe dar conselhos óbvios sobre como ser mais eficiente, mais inteligente e criativo sem dizer nem como nem porquê ? Adora ouvir aquelas estórias motivadoras, com "fundo moral"?
Bem, se você está contente com esse tipo de seminário, então não perca mais tempo,
desista de ler este texto
Não tratamos de nenhuma dessas coisas aqui. Entretanto, se você quiser conhecer algo diferente de todas as formas de seminário que existem por aí, então continue comigo . . .
Um exemplo típico das centenas de "conselhos óbvios" que andam falando hoje em dia é a estória do guardião do mosteiro budista:
"O mestre do mosteiro precisava selecionar um novo guardião para o palácio. Reuniu todos os seus discípulos e bem no meio deles colocou um vaso precioso com uma flor delicada e linda. Falou que esse era o problema que ele tinha e que precisava ser resolvido. Um dos discípulos sacou sua espada e arrebentou o vaso e a flor a um só golpe. Esse foi o selecionado como guardião, porque não se importou com a beleza do problema, se é um problema, tinha que ser eliminado. Foi o único a passar no teste do mestre."
A estória é bonita, fala sobre lealdade, confiança, determinação... coisas óbvias...
Mas uma das "mensagens escondidas" que a estória carrega é muito ruim: diz que o melhor funcionário é aquele que cumpre cegamente a tarefa que lhe é confiada sem questioná-la, sem entendê-la. Será que esse tipo de funcionário é útil para as empresas?
Esse tipo de funcionário pode ter sido útil para as empresas do passado. Mas nós estamos falando aqui das empresas do Século XXI, aquelas que terão que lidar com a dura concorrência dos tempos futuros.
Estamos falando daquelas empresas que sobreviverão
Os funcionários desse tipo de empresa precisam ter autonomia e criatividade. São atitudes fundamentais. E, até certo ponto, óbvias. Certos seminários afirmam isso e novamente ficam por aí. Novamente terminam com o óbvio ululante.
Mas será que basta a gente dizer isso? Será que só afirmar algo que parece razoável é suficiente para justificar a adoção dessa idéia?
A sutil diferença que existe entre o que parece óbvio e o que é justificável é um dos pontos principais de nosso seminário Brain Workout:
É a diferença entre saber algo e entender algo.
Aumentar a autonomia e incentivar a criatividade.
Ok.
Certo.
Parece lógico.
Mas como fazer isso, e porque fazer isso?
Certamente é importante saber como. Mas é muito, muito importante saber porque.
Sabe Por Que?
No Brain Workout mostramos como a ciência busca o entendimento das coisas. Mostramos como Edward Jenner, em 1796, descobriu a vacina contra a varíola, pondo fim a uma das mais terríveis doenças da humanidade.
Ele sabia como combater a
varíola,
mas não entendia porque isso funcionava
Por isso, a idéia de Jenner estava incompleta. Foi apenas com a Teoria dos Germes de Louis Pasteur, quase um século depois, que a humanidade começou a entender o que estava ocorrendo. De Louis Pasteur para cá, nosso progresso nessa área foi imenso (Alexander Fleming, Robert Koch, Jonas Salk, Albert Sabin, etc). Nesse momento do seminário, extraimos uma das mensagens importantes:
A criatividade funciona muito
melhor
quando entendemos o problema,
não apenas quando sabemos de meros fatos.
Mas, afinal de contas, o que é entender?
No Brain Workout mostramos que entender algo é desenvolver modelos, formas internas de compreensão de um assunto. A essas estruturas os cientistas dão o nome de
modelos causais
São diagramas mentais que podem ser testados na prática. Esse é o fim das especulações infundadas. É o fim das "obviedades falsas". A ciência vive disso. Nós mostramos no seminário que isto também é o jeito natural e espontâneo das crianças. Mas, ao crescer, todos nós perdemos muito dessa espontaneidade, com o excessivo enfoque que somos obrigados a dar aos métodos formais. Esquecemos que nosso cérebro é uma máquina especializada no reconhecimento de padrões, inclusive padrões de causa e efeito.
Essa é apenas uma das mensagens que passamos em nosso seminário Brain Workout. Todas as outras colocações que fazemos tem formato semelhante: motivamos através de situações práticas, usamos exemplos e analogias convincentes, generalizamos os resultados e mostramos as referências científicas nas quais nossas conclusões se apóiam. Mas, igualmente importante, sempre confrontamos a validade do óbvio. Várias vezes encontramos resultados surpreendentes . . .
Nós insistimos em checar todas as "afirmações óbvias" porque sabemos que muitas vezes aquilo que parece óbvio pode estar errado. O pior erro que podemos cometer é justamente quando assumimos um "óbvio enganoso": muitas vezes só reconhecemos esse erro quando já é tarde demais . . .
Tudo o que falamos nos seminários é explicado apresentando a origem científica dos conceitos. Além de instrutivo, é muito divertido.
Mas sabe porque insistimos em fazer assim?
Saber como checar coisas é uma das mensagens que queremos passar.
A ciência tem essa vantagem: cada conceito, cada modelo, cada idéia está apoiada em outras idéias de outros cientistas (que podem até ser "inimigos" entre si). Mas a origem e o suporte de todas essas idéias são
as evidências,
aquilo que o mundo nos informa, aquilo que
pode ser testado.
Mostramos como a ciência testa as coisas, qual o processo utilizado. Mostramos também de que forma você e seus funcionários podem se beneficiar destes procedimentos. Estamos propondo que vocês virem cientistas? Não! Só queremos que conheçam os métodos deles e tirem daí as suas versões pessoais. O importante, na verdade, são essas versões pessoais que cada pessoa faz de tudo o que ela percebe e aprende. Isso é que significa entender algo.
Se um concorrente de sua empresa toma uma atitude imprevista e audaciosa, como é que você vai analisar isso? Vai de novo confiar no "feeling" do Joãozinho, só porque ele acertou algumas vezes no passado?
O método científico (e a versão mais prática e intuitiva que apresentamos) permite elaborar testes e formas de raciocinar para verificar se as hipóteses do Joãozinho são corretas ou não. Dependendo da decisão, isto pode salvar alguns milhões de reais para sua empresa...
Mas Tem Mais: O método científico permite transformar "fracassos" (aquelas boas idéias que não deram certo) em
c o n h e c i m e n t o,
alimentando os modelos causais de que falamos. Você sabia que a ciência testa seus modelos causais por um processo chamado de falsificação? Falsificar uma hipótese significa, em ciência, bolar um experimento para provar que a hipótese está errada. Por isso, mostramos em detalhes o que são e como construir esses modelos causais. Por isso afirmamos que os fracassos são muito importantes para as empresas. Mas somente quando elas sabem reconhecer e usar o conhecimento que vem disso.
Mas será que tudo isso que estamos propondo é
novidade? Tiramos de nossa cabeça? Inventamos?
Fabricamos?
Não!
Isto é o dia-a-dia dos cientistas por séculos! Mas para as empresas, acostumadas a receber informações de "especialistas", "consultores", "motivadores", "místicos" e "mágicos", tudo isso continua, infelizmente, sendo novidade.
É chegada a hora delas também se beneficiarem dessas estratégias.
Se você quiser conhecer mais de perto o conteúdo programático dos seminários, acesse a página web:
Home page dos seminários: http://www.intelliwise.com/seminars
Nossos seminários não são eventos públicos, são feitos "in-company" especialmente para sua empresa, sendo ideais para grupos de 10 a 20 pessoas. Também fazemos para públicos maiores, consulte-nos.
Estamos terminando . . .
Neste texto falamos para você que nossos seminários são diferentes de todo esse "blá, blá, blá" que existe por aí. Entretanto, gostariamos que você
questionasse o que estamos propondo.
Teste o que temos a dizer. Ligue para nós ou envie-nos um e-mail para combinarmos um horário. Terei prazer em visitá-lo e apresentar pessoalmente mais detalhes do Brain Workout e dos nossos outros seminários e porque achamos que eles são importantes para você e sua empresa.
Até breve,
Sergio Navega
Intelliwise Research and Training
http://www.intelliwise.com
E-mail snavega@attglobal.net
Se você quiser conhecer mais sobre alguns dos temas tratados neste e em outros dos nossos seminários, você pode ler este artigo
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